Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Farmacêuticas juntam-se para combater doenças tropicais negligenciadas

Meta de oito anos para erradicar e controlar males 30.01.2012 - 20:49 Por Nicolau Ferreira Bill Gates, nesta segunda-feira, na reunião em Londres (Suzanne Plunkett/Reuters) As maiores farmacêuticas do mundo juntaram-se a organizações de saúde, fundações e estados para combater dez Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) que afectam 1400 milhões de pessoas. Até 2020 estas farmacêuticas vão dar 14 mil milhões de doses de medicamentos para o tratamento destes problemas, esperando que, por essa altura, as doenças estejam erradicadas ou controladas. A parceria prometeu mais de 598 milhões de euros para a investigação de medicamentos para problemas sanitários como a doença do verme da Guiné, a doença do sono ou a lepra. Algumas das dez doenças não matam mas deixam os doentes cegos ou incapacitados. “Com este impulso, estou confiante que quase todas estas doenças vão ser eliminadas ou controladas por volta do fim da década”, disse Margaret Chan, em comunicado, directora da Organização Mundial de Saúde. O encontro, chamado de “União pelo Combate às Doenças Tropicais Negligenciadas” aconteceu nesta segunda-feira em Londres. Treze farmacêuticas estão envolvidas: Abbott Laboratories, AstraZeneca, Bayer, Bristol-Myers Squibb, Eisai, Gilead Sciences Inc, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson, Merck KgaA, Merck & Co., Novartis, Pfizer e Sanofi. A Fundação Bill e Melinda Gates deu o maior donativo para o programa de 276,6 milhões de euros ao longo de cinco anos. O Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido deu 232,45 milhões de euros e a Agência Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos deu 67,83 milhões de euros, além de já ter investido 161,55 milhões de euros desde 2006. “Hoje juntámo-nos para aumentar o impacto do nosso investimento e continuar o tremendo progresso feito até à data”, disse Bill Gates, num comunicado. Estima-se que 500 milhões de crianças sofram com estas doenças. Muitas acontecem em locais de difícil acesso da África subsariana, do Sudeste asiático ou da América Latina. A iniciativa Drogas para as Doenças Negligenciadas aplaudiu a iniciativa ao mesmo tempo que pediu para que se apostasse na investigação e desenvolvimento de novas drogas. “Para algumas das DTNs, especialmente aquelas com um rácio maior de morte como a doença do sono, a doença de Chagas, a leishmaniose, o controlo ou a erradicação destas doenças só vai ser alcançável com um maior compromisso à Investigação e Desenvolvimento”, disse Bernard Pécoul, director-executivo da iniciativa. “Novas drogas e novos diagnósticos são necessários com urgência para melhorar o tratamento de doentes, responder aos desafios da resistência aos químicos, e aumentar as hipóteses de se obter a eliminação das doenças”. Neste sentido, as farmacêuticas prometeram ainda disponibilizar os dados de investigação que já têm para promover a descoberta e produção de novos medicamentos. A lista de doenças reúne o tracoma, uma doença bacteriana que causa cegueira, a lepra, que afecta 213.000 pessoas em 17 países, a doença de Chagas, endémica na América Latina, a doença do sono, a leishmaniose, o verme da Guiné, a elefantíase, a cegueira dos rios, a bilharzíase e a framboesia. A maioria destas doenças são causadas por parasitas.

Imbecilidade: Levantamento em Catanduva conta animais para evitar a leishmaniose

Do site Fonte : www.ativismo.com/site/index.php?option=com_content&view=article&id=5873:imbecilidade-levantamento-em-catanduva-conta-animais-para-evitar-a-leishmaniose&catid=33:noticias-em-tempo-real&Itemid=89"> Dom, 29 de Janeiro de 2012 20:26 Comentário sobre o texto abaixo: Não é contando cães que se combate a leishmaniose. O que tem que se fazer é manter a higiene para que o mosquito não se prolifere. Esta contagem de cães é um desperdício de dinheiro público, e servirá apenas para ameaçar os tutores dos cães se houver um extermínio de animais. Não ajudará em nada no combate da leishmaniose. João Levantamento em Catanduva conta animais para evitar a leishmaniose 30% dos casos em humanos foram registrados na região noroeste paulista. Doença é transmitida para seres humanos pela picada do mosquito palha. Do G1 Rio Preto e Araçatuba A prefeitura de Catanduva, no interior de São Paulo está fazendo um censo para verificar quantos animais existem na cidade. A preocupação maior é com a leishmaniose. No ano passado, 30% dos casos em humanos foram registrados na região noroeste paulista. Para saber quantos cães e gatos moram em Catanduva, mais de 120 agentes estão indo de casa em casa coletar informações. Eles perguntam idade, sexo e raça dos animais. Estes dados serão importantes em campanhas de vacinação e para a prevenção de doenças, como a leishmaniose. saiba mais Região de Araçatuba lidera casos de leishmaniose no Estado O último caso de leishmaniose registrado na cidade foi em 2008. Para evitar esta e outras doenças, quem tem animal em casa precisa tomar cuidados. A medida de prevenção é muito importante. A doença é transmitida para seres humanos pela picada do mosquito palha, que se reproduz em fezes de animais e outros materiais orgânicos em decomposição. O combate precisa ser feito em duas frentes: limpeza dos quintais e controle do número de animais contaminados. A leishmaniose continua sendo um problema de saúde pública no estado. No ano passado, foram registrados 153 casos da doença em seres humanos, 43 só na região de Araçatuba. http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2012/01/levantamento-em-catanduva-conta-animais-para-evitar-aleishmaniose.htm

Lucélia realiza Inquérito Canino para identificação de Leishmaniose Visceral Nossa Lucélia - 20.01.2012

LUCÉLIA - Teve início no dia 16 de janeiro, o inquérito canino para identificação de Leishmaniose Visceral Canina na cidade de Lucélia. A coleta de sangue está sendo realizada pela equipe de Controle de Vetores, profissionais que receberam treinamentos de veterinários e pela Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). De acordo com o Art. 3º da Lei Municipal nº. 3.657, de 18 de Abril de 2005, os proprietários de animais são obrigados a autorizar a coleta de sangue para diagnosticar doenças transmissíveis. Caso o diagnóstico apresente resultado positivo, o animal será recolhido mediante autorização do proprietário e encaminhado para o processo de eutanásia, lembrando que o dono do cão, tem direito da realização do exame de contraprova, que deverá ser feito por método sorológico, segundo a Lei Municipal n°. 4.139, de 03 de Novembro de 2010. No ano passado, foram detectados cerca de 450 casos de Leishmaniose em cães, de acordo com informações do Controles de Vetores, instalado no Centro de Saúde. Atualmente a equipe do Controle de Vetores se encontra no bairro Parque das Palmeiras para a realização do trabalho e o processo acontecerá até o mês de junho na cidade de Lucélia. Fonte: Fernanda Crepaldi / Prefeitura de Lucélia

domingo, 29 de janeiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

Nossa amiga da cidade de Jales - SP, grande parceira na luta contra a matança de cães com leishmaniose...nos manda um texto extremamente importante. LEIAM ABAIXO!

Caros amigos O Brasil é o único país no mundo que mata cachorros para controlar a Leishmaniose Visceral Canina e em vários trabalhos, a conclusão é que são frágeis os argumentos para adoção dessas medidas e a sua ineficácia é mais do que verdadeira e nada se faz como prevenção. Basta observar os milhares de cães que foram mortos em nosso país e a doença não diminuiu, pelo contrário, está se expandindo. Para alguns não é novidade, mas para quem não sabe, desde 02 agosto de 2010 o CRMV/MS, cuja Presidente é a Dra Sibele Cação, tem uma Comissão Estadual de Leishmaniose, um avanço e exemplo que deveria ser seguido por todos aqueles que sabem da importância que é conhecer a LVC para saber lidar com ela. Informação e prevenção é tudo no controle da doença e vocês como médicos veterinários poderiam sugerir aos presidentes dos Conselhos, que formassem suas Comissões de Leishmaniose, pois há ainda muita desinformação, pelo fato da doença ser relativamente nova para todos nós, apesar de muito antiga, há muitas coisas a serem pesquisadas e esclarecidas e o agravante, ela está em franca expansão em nosso país e cada vez mais perto de todos nós. Não vamos esperar ela chegar, vamos informar corretamente a população que o verdadeiro culpado é o flê e prevenção ainda é o melhor caminho, pois leishmaniose é como dengue, doença vetorial e como tal é o inseto que devemos combater e não focar no cão. Mais uma vez cabe aqui a prevenção. ***Aproveitando este e-mail, quero passar à vocês uma informação importante que ouvi quando participei da Audiência Pública em Brasília sobre o PL 1738/2011 do deputado Geraldo Resende, que dispõe sobre a política nacional de vacinação contra a Leishmaniose e possam ser utilizadas em campanhas de vacinação como é feito com a raiva e regulamentação do tratamento, que não é novidade nem no Brasil e no exterior, existindo inclusive medicações próprias para cães. Sabiam que a coleira é taxada como produto pet e considerada supérflua, por isso que ela é caríssima e a grande maioria da população não tem condições financeiras para comprá-la? Que hoje o preço de custo deveria ser em torno de 4 a 5 reais e quando o Deputado Henrique Mandetta na época em que era Secretário de Saúde de Campo Grande, questionou ao Ministério da Saúde essa taxação, o Ministério da Saúde não respondeu e nem deu satisfação? Campo Grande havia feito encoleiramento e comprovou que a coleira é um bom método preventivo. Como diz o Dr. André Fonseca, é o chamado efeito rebanho, quanto mais repelentes os animais usarem, menos o inseto ficará no local, menos humanos e animais doentes. Que um grupo de protetores, entre eles o Fowler Braga e o Deputado Federal Trípoli estiveram em Brasília pedindo encoleiramento dos cães para melhor controlar a doença e até hoje nem resposta tiveram? Esse mesmo deputado na audiência Pública ficou muito nervoso e soltou o verbo no representante do Ministério pela falta de interesse em usar métodos que funcionam, entre eles o encoleiramento e a falta de interesse em mudar as políticas públicas atuais, ineficazes e retrógradas. Na contra mão do mundo ? Sim o Brasil prefere... ***Temos vacinas que são meios preventivos e eficazes e poderiam ser aplicadas em campanhas de vacinação há muito tempo e não são e já poderiam estar ajudando no controle da doença. O mundo trata e o Brasil mata... que contradição.... Milhares de cães morreram e morrem indiscriminadamente em nome da LVC todos os anos e dezenas de humanos também adoecem, mas a culpa não é do cão, mas da falta de informação e de políticas públicas mais eficazes. A prevenção mais uma vez fazendo falta... Campo Grande, Fortaleza, Belo Horizonte, Piauí, Araçatuba, Bauru, Andradina, Birigui, são apenas alguns exemplos... para nós que moramos em uma área endêmica sabemos bem como é doloroso, mas quem nunca viveu essa situação não tem ideia do que seja. Será que realmente a LVC tem a atenção que merece em nosso país? Ou matar cachorro é mais fácil? Então, somos nós que devemos informar a população, nós como cidadãos e vocês como médicos veterinários responsáveis pelo bem estar e saúde dos animais, e juntos somos mais e educação é tudo! E por esses motivos, parabenizamos o CRMV/MS que tem feito a diferença!!! Adotem essa ideia e façam também a diferença! Um ótimo ano pra todos nós!!! Leiam abaixo sobre a Comissão de Leishmaniose do CRMV/MS. abs Vivi Vieri COMISSÃO ESTADUAL DE LEISHMANIOSE- CRMV/MS Criada através da Portaria CRMV-MS Nº 21/2010, de 02 de agosto de 2010, a Comissão Estadual de Leishmaniose do CRMV-MS tem por objetivo reunir profissionais da Medicina Veterinária, que representem os diversos segmentos de atuação profissional ligados ao tema, com o objetivo de promover as discussões necessárias ao melhoramento da regulamentação do exercício profissional, através da apreciação, do estudo, da discussão e da oferta de trabalhos conclusivos ao CRMV-MS. A Comissão Estadual de Leishmaniose do CRMV-MS está diretamente ligada a Presidente, para municiá-la de informações, necessárias ao cumprimento das atribuições que lhe conferem o Regimento Interno, e serve também como órgão de consulta e assessoramento técnico, necessários ao exercício pleno da competência normativa, jurisdicional e administrativa do CRMV-MS, dentre elas a orientação e a fiscalização do exercício profissional, e a consultoria aos governos da União, dos Estados e dos Municípios. COMPONENTES: Kárin Virgínia Kuibida - CRMV/MS 1999 - Coordenadora da Comissão Estadual de Leishmaniose do CRMV-MS – Digno Vet Maíra Kaviski Peixoto - CRMV/MS 2311- Membro Efetivo - CRMV-MS Maria Lúcia Costa Metello - CRMV/MS 0429 - Membro Efetivo - Abrigo dos Bichos Mariana Coelho Mirault Pinto - CRMV/MS 2828 - Membro Suplente - Abrigo dos Bichos Antônio Carlos de Abreu - CRMV/MS 1195 - Membro Efetivo - ANCLIVEPA-MS Priscila de Souza Piazzalunga - CRMV/MS 0969 - Membro Suplente - ANCLIVEPA-MS Cristiane Knauer Nogueira - CRMV/MS 2316 - Autônoma - Clinvet Mania Felícia Rodrigues - CRMV/MS 3451 – Membro Suplente – Diagno Vet André Luis Soares da Fonseca - CRMV/MS 1404 - Membro Efetivo - Fiel Amigo Jucimara Costa Pereira - CRMV/MS 1545 - Autônoma - Petit Bichon Marina Gadioli Coelho - CRMV/MS 3258 - Membro Efetivo - Pronto Vet Luiz Hargreaves Martins Lima - CRMV/MS 1483 - Membro Suplente - Pronto Vet Vilma dos Santos Fahed - CRMV/MS 1008 - Membro Efetivo - SOMVET Marcia Chaves Teixeira - CRMV/MS 3086 - Membro Suplente - SOMVET Laura Raquel Rios Ribeiro - CRMV/MS 2213 - Membro Efetivo – UCDB Cristiano Macedo E. Carvalho - CRMV/MS 1911 - Membro Suplente – UCDB Verônica Jorge Babo Terra - CRMV/MS 1520 - Membro Efetivo - UFMS Paulo Antônio T. Andreussi - CRMV/MS 0758 - Membro Suplente – UFMS Fabiana Pessoa Salgado de Oliveira - CRMV/MS 1960 - Membro Efetivo - UNIDERP/ANHAGUERA Fabiana Mitie Matsubara Bergamo - CRMV/MS 2020 - Membro Suplente - UNIDERP/ANHAGUERA http://www.crmvms.org.br/?pag=comissao_est_leishhttp://www.crmvms.org.br/?pag=comissao_est_leish

Concentração em Brasilia, nossa amiga Katia Maranhão, que apoia esta causa tb esteve por lá..

www.abrigofaunaeflora.blogspot.com.br www.crueldadenuncamais.com.br

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ALERTA!!!Mais de 100 mil cães com leishmaniose foram mortos em 2011.

Em 2011, mais de 100.000 cães foram mortos com a justificativa de conter os avanços da leishmaniose visceral no Brasil. Porém, boa parte desses animais foram mortos desnecessariamente. Preocupados com essa situação e com o crescente avanço da enfermidade, especialistas que compõem o BRASILEISH, grupo de estudos sobre leishmaniose animal, estarão reunidos no dia 27 de janeiro de 2012, no Conselho Regional de Medicina Veterinária, em Belo Horizonte, MG. As ações que envolvem as políticas públicas direcionadas à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento da leishmaniose visceral estão na pauta da reunião. Veículos de comunicação interessados em participar de coletiva de imprensa e entrevistar os especialistas deverão fazer contato prévio para agendamento através do email brasileish@gmail.com ou através do telefone (31) 8476-5202 Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais Endereço: Rua Platina, 189 - Prado, Belo Horizonte/MG Links recomendados: http://agencia.fapesp.br/11225 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20098726 http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_949_eng.pdf http://migre.me/7Cy9e http://migre.me/7Cy04 http://migre.me/7CEqr http://www.cfmv.org.br/portal/destaque.php?cod=419 http://migre.me/7CGGK

Região de Araçatuba, SP, lidera casos de leishmaniose no Estado

Cerca de 30% do total de ocorrências está na região noroeste. Centro de Zoonoses recebe 20 animais contaminados todos os dias. Fonte G1 Rio Preto e Araçatuba A região de Araçatuba, no interior de São Paulo, foi a que mais teve números de leishmaniose em humanos em todo o Estado no ano passado, com doze cidades com a doença. Só em Birigui, tem quatorze por cento dos casos. Todos os dias, cerca de 20 cães contaminados com a leishmaniose chegam ao canil do Centro de Controle de Zoonoses de Araçatuba. Alguns são entregues pelos donos, mas a maioria é capturada pelas ruas da cidade. Quando o diagnóstico é confirmado, os animais são sacrificados. A medida é determinada pelo Ministério da Saúde para evitar que o cão continue transmitindo a doença para outros animais e para os seres humanos. Apesar do grande número de animais sacrificados, a leishmaniose continua sendo um problema de saúde pública no Estado. No ano passado foram registrados 153 casos da doença em seres humanos, 43 só na região de Araçatuba, o que representa quase 30% de todos os casos registrados em São Paulo. Bilac, Guaraçaí, Guararapes, Ilha Solteira, Rubiácea e Sud Mennucci registraram um caso cada de leishmaniose em humanos. Mirandópolis e Pereira Barreto tiveram dois, Andradina três e, Araçatuba e Penápolis registraram quatro casos. A situação é mais crítica em Birigui onde foram constatados 23 casos de leishmaniose em humanos e quatro mortes. Números que fizeram a Secretaria Municipal de Saúde tomar medidas de urgência. A preocupação com a limpeza tem um motivo. A leishmaniose é transmitida para os seres humanos por meio da picada do mosquito palha, que se reproduz em folhas, fezes de animais e outros materiais orgânicos em decomposição. Por isso, o combate precisa ser feito em duas frentes: limpeza dos quintais e controle do número de animais contaminados. http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2012/01/regiao-de-aracatuba-sp-lidera-casos-de-leishmaniose-no-estado.html

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Campo Grande terá 32 mil casas borrifadas após 199 casos de leishmaniose em humanos

O número de casos confirmados de leishmaniose visceral humana chegou a 199 no ano passado em Campo Grande, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). Desse total, três pessoas morreram vítimas da doença. Comparado com 2010, foram confirmados 20 casos a mais em 2011, apesar do número de óbitos ter caído de sete para três de um ano para outro. No início deste ano, oito casos suspeitos estão sendo investigados. Com o objetivo de prevenir a transmissão da doença para humanos, 70 agentes de saúde do CCZ (Centro de Controle de Zooneses) vão borrifar inseticida em 32 mil residências em oito bairros da cidade. O gerente técnico do Programa Leishmaniose-Vetor do CCZ, Eliaze Luizo Guimarães, disse que a aplicação do veneno é feita em determinadas regiões com base nos casos registrados nos últimos três anos. “O inseticida tem como objetivo minimizar o contato do vetor [mosquito] com outras pessoas, para que não entrem nas casas e se alimentem de sangue humano”, explicou Guimarães, que complementou ainda que os cães não ficam protegidos pela borrifação por viverem nos quintais. Neste mês, os agentes estão borrifando moradias nos bairros Lageado e Santo Amaro. Até abril, o trabalho será feito também no Aero Rancho, Coronel Antonino, Vila Nasser, Jardim Panamá, Vila Popular e Tiradentes. Essas regiões foram selecionadas por terem apresentado maior incidência de casos de leishmaniose. Visita dos agentes - Nesta terça-feira (24), agentes do CCZ visitaram casas na Vila Almeida, região noroeste de Campo Grande. A supervisora de área, Vanuza dos Santos, detalhou o procedimento. “Se o morador autorizar, o agente entra e orienta que tem que afastar móveis, cobrir objetos e alimentos. Depois, ele prepara a bomba e aplica o veneno na parede de dentro e de fora da casa.” Depois que o veneno é aplicado, os moradores da residência devem aguardar pelo menos uma hora para entrar e limpar. De acordo com Vanuza, o efeito do inseticida dura aproximadamente quatro meses e pode matar ou espantar outros tipos de bichos, como baratas e formigas. O gerente de controle da leishmaniose do CCZ ressalta a importância das pessoas deixarem o agente de saúde entrar na casa e fazer a borrifação. “É uma ação importante para evitar contato do mosquito com pessoas. Muitos acabam recusando porque é um trabalho que traz transtornos ao morador, pois tem que desarrumar a casa, cobrir móveis, ficar fora da casa ainda uma hora depois”, destacou Guimarães. A doença - Conforme o Ministério da Saúde, a leishmaniose visceral é uma doença infecciosa, mas não contagiosa, causada por protozoário da família Tripanosoma, gênero Leishmania e espécie Leishmania chagasi. A transmissão ao homem ocorre por meio da picada de fêmeas de flebotomíneos da espécie Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi, conhecidos popularmente como ‘mosquito-palha, birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha’. Os sintomas mais frequentes são febre e aumento do volume do fígado e do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarreia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas. Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos doentes. Frentes contra a leishmaniose - Segundo o CCZ, o combate à leishmaniose está alicerçado em quatro frentes: diagnóstico precoce, controle do reservatório (cão doméstico), controle do vetor e educação e saúde (mudança de hábitos). Guimarães lembrou que a principal ação de controle do vetor é a ambiente, pois o mosquito se reproduz em matéria orgânica. “Infelizmente, os terrenos e as casas estão cheias de folhas e frutos no quintal, sem limpeza adequada”. A população deve manter o quintal limpo e não jogar lixo nos locais públicos. Inclusive, uma praça na rua Colorado, Vila Almeida, foi flagrada pelo Campo Grande News com mato alto e material orgânico acumulado, que podem contribuir na proliferação do mosquito-palha.

Agentes de saúde intensificam trabalho contra a leishmaniose na Capital • MS Record.com.br - O melhor jornalismo do Estado na internet

Agentes de saúde intensificam trabalho contra a leishmaniose na Capital • MS Record.com.br - O melhor jornalismo do Estado na internet

Cientista obtém avanços na pesquisa sobre calazar

Publicação: 21 de Janeiro de 2012 às 00:00 Ricardo Araújo - repórter Natal, reconhecida pelas suas belezas naturais, prova agora que também desenvolve pesquisas que contribuem para o avanço científico mundial. Uma renomada revista americana de ciência – Science Careers – publicou uma série de reportagens sobre a produção científica no Nordeste, na qual estão incluídos os projetos desenvolvidos pelo neurocientista Miguel Nicolelis e pela bioquímica Selma Jerônimo, no Rio Grande do Norte. Além do médico Mauro Copelli, que monitora pesquisas relacionadas à neurofisiologia na Universidade Federal de Pernambuco. A revista Science Careers é ligada à Associação Americana de Ciência com bastante destaque na comunidade científica mundial. Somente trabalhos com alto impacto na área e que mudam paradigmas são publicados pela Science. As descobertas científicas relacionadas ao cérebro, feitas por Miguel Nicolelis a partir do estudo com macacos, e a identificação de genes que influenciam a susceptibilidade da leishmaniose visceral, coordenadas pela professora do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Selma Jerônimo, foram destaque na revista deste mês. “A publicação das nossas pesquisas na Science Careers é uma demonstração de que na UFRN se faz ciência de qualidade. Além do nosso Departamento, muitos outros produzem excelentes estudos aqui na Universidade”, destacou a professora. Além disso, ela ressaltou que a produção científica no Brasil é fruto de muita persistência por parte dos pesquisadores. Os estudos coordenados pela potiguar são financiados por instituições de fomento à pesquisa nacionais e internacionais, dentre elas o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. O processo de incentivo e a fomentação de pesquisas mais aprofundadas sobre determinados assuntos sofreu melhorias após a estabilização da moeda brasileira e o consequente controle da inflação. “Antes disso, quase não existia produção científica no país”, afirmou Selma Jerônimo. Os próprios laboratórios utilizados pela equipe de Selma eram mal equipados e sem muitos recursos. Apesar dos avanços e do destaque do Brasil no cenário científico mundial atualmente, alguns gargalos ainda impedem a expansão dos projetos de pesquisa. “Sempre existirão dificuldades e estas fazem parte de qualquer processo. A gente faz ciência porque o Brasil precisa. O Brasil não crescerá se não investir em educação”, reiterou a cientista. Segundo Selma, as maiores dificuldades enfrentadas hoje pelos cientistas e suas equipes são relacionadas à estrutura disponível aos estudos. “Nos Estados Unidos, por exemplo, se você precisa de um reagente, pode recebê-lo no dia seguinte em seu laboratório. Aqui no Brasil, o processo pode demorar até seis meses”. Para os pesquisadores citados na publicação, a burocracia nos processos de compra e importação de produtos e equipamentos ainda é uma grande barreira a ser vencida. “O Brasil melhorou substancialmente em tudo. Mas ainda há gargalos muito grandes para a produção científica”, frisou Selma Jerônimo. Para ela, a ciência deve existir para que o mundo seja transformado num lugar melhor e somente com a oferta de uma educação pública de qualidade, haverá a redução da desigualdade social no país. Pesquisas são desenvolvidas na UFRN As pesquisas da professora e doutora Selma Jerônimo sobre a leishmaniose, no Rio Grande do Norte, começaram há cerca de 20 anos. “A leishmaniose visceral foi pega como a doença modelo para nossas pesquisas. Além dela, estudamos também a hanseníase e a pré-eclampsia”, explicou. O trabalho da cientista foi destaque devido aos avanços obtidos através de anos de estudo direcionados à identificação do diagnóstico precoce da doença que afeta milhares de pessoas e animais, principalmente no Norte do país. Antes resumida àquela região, a leishmaniose já atinge o Nordeste e se dissemina pelo Sul e Sudeste. “Além disso, nós conseguimos compreender porque nem todos os infectados desenvolvem a doença ou os sintomas dela”, afirmou Selma Jerônimo. A equipe de pesquisadores coordenados pela professora é formada por 20 alunos do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A leishmaniose visceral, muito comum em Natal e nas cidades mais afastadas dos grandes centros urbanos é transmitida por um vetor popularmente conhecido como “mosquito pula-pula ou palha”. De acordo com a cientista, a leishmaniose é um conjunto de doenças que tem como principais características a anemia grave e a infecção por bactérias, além da sonolência. A leishmaniose pode levar o infectado à morte, caso não tratada da forma correta. Pelo menos uma, entre dez pessoas doentes, morre. No Rio Grande do Norte, os casos identificados são tratados no Hospital Giselda Trigueiro, no Hospital Infantil Maria Alice Fernandes e no Hospital Regional de Mossoró. Na região Oeste do estado, há a incidência da leishmaniose tegumentar, que lesiona a pele e pode ocorrer, também, nas mucosas. Os vetores que transmitem a doença se proliferam em solos úmidos e com resíduos orgânicos (fezes e urina de animais como galinha, gado e porcos, por exemplo). A moléstia é identificada no paciente através de um exame que permite a análise de determinados anticorpos presentes no sangue e que podem permanecer na corrente sanguínea até um ano após a infecção. A leishmaniose incide também nos animais domésticos. Num recente estudo realizado na zona Norte da capital, cerca de 20% dos cães foram diagnosticados como portadores da doença. A maioria dos infectados, porém, é assintomática. De acordo com a professora, a população deve se prevenir. “Todos nós devemos ser mais responsáveis para podermos contribuir para a resolução dos problemas. Podemos melhorar nossa qualidade de vida mantendo os ambientes nos quais vivemos sempre limpos, sem lixo, sem umidade no solo aliada à decomposição orgânica”, ressaltou Selma Jerônimo. Permalink http://tribunadonorte.com.br/noticia/cientista-obtem-avancos-na-pesquisa-sobre-calazar/209650

Entrevista sobre a campanha na Peth South

Entenda o intuito da campanha, com o meu relato e o apoio do ator Nico Puig e assista a entrevista esclarecedora do Dr. Andrei Nascimento do Laboratório MDS - Saúde Animal sobre o assunto.

Programa 07 Frame TV " Primeira Parte " por FrameTVNet no Videolog.tv.

Agradecemos o espaço da Frame TV e a apresentadora Sonia Azua por seu apoio a causa.

Passeata do Dia 22 de janeiro de 2012. Mais um marco na história do Brasil!

Um video emocionante sobre a passeata na paulista. A Campanha marcou presença lá, com o nosso padrinho, o ator NICO PUIG com camiseta e bandeira em punho e também o parceiro da campanha o fotógrafo argentino Lionel Falcon!! SÃO CAETANO DO SUL APOIA A CAUSA DOS ANIMAIS INCONDICIONALMENTE E A CAMPANHA DESDE O INÍCIO
Várias pessoas apoiaram a causa, a prefeitura e os protetores de São Caetano do Sul também vestiram a camiserta e nos apoiam. Assista o video e veja as fotos. "UNIDOS SOMOS UM SÓ CORPO E MUITO MAIS FORTES" ATÉ A PRÓXIMA GENTE!!! TENHO CERTEZA DE QUE VAMOS ARREBENTAR...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Saúde vai borrifar 36 mil imóveis para combater leishmaniose | Jornal Correio do Brasil

Saúde vai borrifar 36 mil imóveis para combater leishmaniose | Jornal Correio do Brasil

CRUELDADE NUNCA MAIS: CRUELDADE NUNCA MAIS - DIÁRIO DE SP FEZ UMA EXCELE...

CRUELDADE NUNCA MAIS: CRUELDADE NUNCA MAIS - DIÁRIO DE SP FEZ UMA EXCELE...: Clique na imagem para ver a seleção de fotos do Diário de SP em 23/01/12 Matéria 'Crueldade Nunca Mais' leva 7 mil à Paulista - SP ...

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - RJ E SP

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - RJ E SP: Praia de Copacabana é palco de manifestação contra maus-tratos a animais Por Thaiana de Oliveira   -   11:50:00 - 16 Views RIO DE JANEIRO...

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - COPACABANA/RJ E AVENIDA PAU...

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - COPACABANA/RJ E AVENIDA PAU...: Avenida Paulista reune entre 6 e 7 mil pessoas Fonte - G1 ------------- Ato contra maus tratos reune centenas de pessoas no RJ Fonte: G1...

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - VÁRIAS CIDADES

"O GRITO DO BICHO": CRUELDADE NUNCA MAIS - VÁRIAS CIDADES: Clique na imagem para ler e ver as fotos (SP) da matéria do UOL _____ Milhares de manifestantes bloqueiam a avenida Paulista por proteção ...

domingo, 22 de janeiro de 2012

"O GRITO DO BICHO": DEPOIMENTO DE LEITORES EMOCIONADOS

"O GRITO DO BICHO": DEPOIMENTO DE LEITORES EMOCIONADOS: DEPOIMENTO EMOCIONADO DO LEITOR CARLOS BEVENUTO - SP "Sheila, boa tarde, hoje deu orgulho de viver nessa selva de pedra...achei que ia chov... GENTE ESSE POST DA MINHA AMIGA SHEILA MOURA DO RJ JÁ DIZ TUDO, NEM VOU FAZER POSTAGEM SOBRE HOJE...SÓ QUERO DIZER QUE VALEU GALERA DO BEM, BENEFÍCIO E AMOR, SÓ GERA EM DOBRO ISSO MESMO!!!...BEIJOS E ATÉ A PRÓXIMA, PQ EM BREVE HAVERÁ!!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Crueldade maior é o CCZ da cidades endêmicas retirarem os cães de seus donos sem dó e levarem para a eutanásia.

Muito se fala sobre a ineficiência das leis de proteção aos animais no Brasil. O que pouca gente sabe é que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a ter um código de proteção aos animais em sua Constituição. Em 1934, o então presidente Getúlio Vargas, decretou as primeiras leis que são as bases das leis atuais. Em nível de comparação, a UNESCO somente viria a criar a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, 44 anos depois, em janeiro de 1978. De lá para cá, houve grandes evoluções nessas leis, mas então, por que ninguém é preso? O principal motivo é que a lei atual prevê prisão de no máximo um ano para crimes contra animais (lei 9.605, artigo 32). No Brasil, crimes cuja pena seja inferior a dois anos de prisão não são apoiados pela chamada “prisão preventiva” e tem sua pena convertida em serviços sociais ou distribuição de cestas básicas. Para mudar isso, tramita no congresso nacional o Projeto de Lei 7.199/2010 do deputado Feliciano Filho, que aumenta a pena para estes crimes, de modo que os agressores possam ser presos. Para que este projeto de Lei seja aprovado e também por todos os animais que sofrem maus tratos, o Clube dos Vira-Latas apoia e convida a todos para a manifestação "Crueldade Nunca Mais", que está sendo organizado por ONGs de todo o Brasil e tem o apoio da WSPA. Será no próximo domingo, dia 22. Somente com o apoio de todos esse passo poderá ser dado.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)

Muito importante essas informações, leia com atenção. Informações Gerais Sobre Leishmaniose Visceral Canina Por Prof.M.Sc. André Luis Soares da Fonseca – afonseca@usp.br Em atenção às constantes perguntas formuladas em relação à LVC, é importante que o proprietário/veterinário tenha consciência dos seguintes aspectos: 1. A LVC é doença tratável, apresentando cura clínica (desaparecimento de sinais clínicos), mas dificilmente apresenta cura parasitológica (o parasita não desaparece completamente do organismo do animal/ser humano). 2. Existem diversas drogas para tratamento da LVC. As drogas mais eficazes são também as mais tóxicas, podendo até matar o animal/ser humano. Nós particularmente utilizamos drogas menos eficazes mas que também trazem efeitos colaterais menos prejudiciais. 3. As drogas utilizadas para animais são as mesmas utilizadas em humanos, pois tais drogas agem matando o parasita. Recentemente uma Portaria dos ministérios da Saúde e Agricultura vêm tentando proibir o tratamento, mas a proibição se restringe a drogas de uso e fabricação para seres humanos. Entendemos que o tratamento não está proibido, pois Portaria não é ato capaz de proibir o tratamento, que só poderia ser proibido mediante LEI. 4. O tratamento da LVC exige acompanhamento por médico veterinário, pois os remédios usados podem causar problemas sérios e até matar o animal. 5. Como a leishmaniose é VISCERAL, não é preciso que o cão apresente lesões externas. 6. A causa da morte na leishmaniose, seja canina, seja humana, é a lesão renal e/ou do fígado que podem se tornar irreversíveis; por isso, entendemos que deva ser PERIÓDICA E OBRIGATÓRIA a exigência dos seguintes exames de sangue: Creatinina, Uréia, ALT, Hemograma e Proteinograma. 7. Estes exames deveriam ser realizados a cada 3 ou 4 meses, OBRIGATORIAMENTE, senão o animal deixa de morrer por causa da leishmania, mas pode morrer por causa dos medicamentos. As lesões renais e hepáticas, quando instaladas, são praticamente irreversíveis e o animal tende a morrer com visível evolução na perda de peso. 8. Os medicamentos que utilizamos podem trazer efeitos colaterais: falta de apetite, diarréia, prostração. Nestes casos, a medicação deve ser suspensa e o médico veterinário responsável deve ser informado. 9. A medicação pelo proprietário pode trazer efeitos benéficos nos primeiros 6 meses, mas o quadro geralmente regride após este período, principalmente pela falta dos exames. 10. O animal portador de LVC deve ser monitorado e tomar medicamentos praticamente pelo resto da vida. 11. Raramente ocorrem curas naturais e o tratamento que utilizamos leva à sorologia negativa em apenas 20% dos casos. Os demais animais geralmente ficam portadores da doença mas a capacidade de transmissão cai quanto menos forem os sintomas apresentados. 12. Os trabalhos científicos claramente mostram que não há correlação entre ter animais portadores em casa e os moradores terem doença. 13. AS LEISHMANIOSES SÃO DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES (“MOSQUITOS”) E NÃO SÃO DOENÇAS CONTAGIOSAS (TRANSMITIDA POR CONTATO NATURAL: BEIJO, TOQUE, SECREÇÕES) 14. COMBATEM-SE AS LEISHMANIOSES COM O USO CONSTANTE DE REPELENTES, NO AMBIENTE DOMESTICO E NOS CÃES, DOENTES OU NÃO. 15. Recomendamos fortemente o uso constante de repelentes a base de Cipermetrina na formulação “Pour On”. Nesta formulação (oleosa), deve-se pincelar os locais infestados ou preferidos pelos mosquitos, mesmo dentro de casa: debaixo das camas, atrás dos armários, no arco das portas e janelas, e em peças de madeira (armários, móveis etc). este procedimento deve ser repetido mensalmente. Estes produtos são baratos (cerca de 8 a 15 reais, o litro) e podem ser utilizados diretamente nos cães, MAS NÃO NOS SERES HUMANOS. Contudo, são produtos de baixa toxicidade nas doses recomendadas. Somente são encontrados em casas de produtos veterinários (não se encontra em Pet Shops). 16. Nos animais tratados ocorre uma redução (mas não eliminação completa, que é rara) dos parasitas e daí o tratamento, juntamente com o uso de repelentes nos cães, reduz em muito o risco de transmissão ou nova contaminação da doença pelo cão e pelas pessoas que vivem ao redor do animal. 17. O “mosquito” da leishmania, ao contrário do mosquito da Dengue, não vive e nem se reproduz em água. A fêmea bota seus ovos em terrenos férteis e relativamente úmidos (jardins, vasos, praças etc) daí a importância de manter estes locais limpos. 18. Os trabalhos científicos também informam que a eutanásia de cães não resolve o problema da leishmaniose. Em locais em que a eutanásia foi ou está sendo aplicada, os filhotes de cães que substituem os animais eutanasiados têm apresentado uma maior propensão a desenvolver doença, pois quando se mata um cão não se retira o “mosquito” transmissor e este irá picar outro cão ou outro ser humano, aumentando ainda mais a doença (o que tem sido verificado atualmente). 19. O “mosquito” da leishmania tem pequena capacidade de vôo e dificilmente voa acima de 1 metro de altura. Mas como ele é muito pequeno pode ser levado por correntes de vento a altura muito maiores. Este “mosquito” voa até a uma distância de 200 metros de onde nasceu. Portanto, cuide também dos vizinhos e instrua-os. 20. A recomendação é que as pessoas que morem em locais de risco utilizem permanentemente telas mosquiteiras bem finas, principalmente nos quartos das crianças e dos mais velhos, mantendo sempre a porta da casa e/ou dos quartos fechada. 21. É FUNDAMENTAL só tratar o animal depois de terem sido feitos os exames mais tradicionais: ELISA e RIFI (Reação de Imunofluorescência Indireta); várias doenças apresentam sinais clínicos semelhantes: Erlichiose, Pênfigo, Lupus Eritematoso, Babesiose etc). Os melhores exames, no momento, para o diagnóstico da LVC é a Punção de Medula Óssea e o PCR de Medula Óssea, além do qPCR (todos mais caros). Reforçamos que os demais exames complementares, após confirmada a Leishmaniose, são igualmente fundamentais: Creatinina, Uréia, ALT, Proteinograma e Hemograma. 22. Animais que apresentam sorologia positiva para Leishmaniose mas não apresentam sintomas podem ser vacinados normalmente contra outras doenças. Caso o animal apresente sintomas da doença, deve ser primeiramente tratado e depois deve tomar as vacinas para as outras doenças. 23. O animal tratado e que venha a apresentar sorologia negativa (curado ?) pode apresentar recrudescência da doença ou ser reinfectado novamente, por isso é fundamental continuar com o acompanhamento através de exames e usar, para o resto da vida, repelentes, seja na forma de coleiras inseticidas, seja na forma de inseticidas oleosos para pele. ATENÇÃO: Este material é de autoria do Prof.M.Sc. André Luis Soares da Fonseca, que gentilmente nos autorizou a divulgar estas informações neste site. Obrigado.

ACORDA BRASIL! LEISHMANIOSE NÃO!! DIREITO AO TRATAMENTO PARA OS ANIMAIS

Manifestantes fazem passeata contra a morte de animais Os maus tratos aos animais no CCZ já foi discutido no MPE Um enterro simbolico dos animais foi encenado em frente à PMA (Fotos: Portal Infonet) Manifestantes realizaram uma caminhada nesta quinta-feira, dia 19, contra a morte dos animais. Membros da passeata idealizada pela Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis (Adasfa) e Associação Protetora de Animais em Sergipe (AMA) percorreram diversos bairros da Capital com o intuito de conscientizar a sociedade sobre o extermínio de animais no município de Aracaju, segundo eles, cometido pelo Centro de Zoonoses de Aracaju (CCZ). A manifestação foi encerrada em frente ao Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos. Ainda no ato houve a encenação de um 'enterro' simbolizando a morte de cerca de 520 animais por mês em Aracaju. Os defensores dos animais entendem que o controle da leishmaniose por meio do sacrifício dos cães e gatos é retrógrado e as atividades desenvolvidas no Centro de Zoonoses de captura, confinamento e extermínio são completamente inconstitucionais e ilegais. De acordo com a voluntária da Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis (Adasfa), Nazaré Moraes, muitos animais são expostos em um corredor a espera da morte. “Queremos que o Centro de Zoonoses pare de matar os animais. Não existe justificativa para essa atitude. A forma como esses animais são mortos é muito cruel, muitos recebem agressão física antes de morrer", garante Nazaré. Volontária da Adasfa, Nazaré Moraes Quem também apoiou a mobilização foi o professor José Bezerra. De acordo com ele, atos como o de hoje, 19, deve ser apoiado por toda a sociedade. “Não se pode admitir atrocidade contra os animais que são tratados de forma cruel. O problema é que também os maus tratos são negligenciados pela população que não denunciam”, diz. O membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB/SE Tobias Basílio esteve presente na manifestação. “As duas associações nos procuraram para que desse um acompanhamento da discussão que está sendo discutida no Ministério Público. Estamos nos inteirando do assunto pra ver como a OAB pode auxiliar nesse sentido”, explicou. Os maus tratos e a falta de instalações adequadas no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) foram motivo de audiência no Ministério Público do Estado (MPE) no mês de novembro de 2011. Reunião Os representantes foram recebidos por membros municipais no Centro Administrativo. Ficou agendada uma audiência para a próxima quarta-feira, dia 25. De acordo com o coordenador do Centro de Controle de Zoonozes, Paulo Tiago, não ocorrem maus tratos aos animais mantidos temporariamente no Centro. Segundo Tiago, as eutanásias realizadas pela Zoonozes seguem as determinações do Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral do Ministério da Saúde, onde todo animal infectado por leishmaniose deve ser eutanásiado, como forma de controle. O coordenador afirma ainda que não existe matança indiscriminada de animais neste Centro. Por Aisla Vasconcelos http://www.infonet.com.br//saude/ler.asp?id=123274

Convocação para passeata na paulista contra a leishmaniose

A Campanha apoia todas as causas em prol dos animais, por isso estaremos na Av. Paulista neste domingo apoiando a não matança e maus tratos dos animais e também protestando contra a eutanásia dos cães com leishmaniose. Só em Campo Gramde - MS mais de 4000 mil cães foram eutanasiados. CONSCIENTIZAR E PREVENIR, É PRECISO. PARTICIPE DO NOSSO BLOCO E VISTA ESSA IDEÍA, RETIRE SUA CAMISETA. ENVIE UM E-MAIL PARA O diganaoaleishmaniose@gmail.com, estaremos em frente ao MASP no domingo com a camiseta da campanha. Nos procure e faça parte do nosso grupo.

Casos de dengue e leishmaniose são registrados em Bauru

Da redação JCNet A Secretaria Municipal de Saúde informou nesta quarta-feira (18), a confirmação de mais um caso de dengue em Bauru, referente a 2011, o que totaliza assim 4.366 casos da doença, sendo 4.360 autóctones e 06 importados, com 06 óbitos, neste ano. A Secretaria destaca ainda, que sem a colaboração dos proprietários ou responsáveis pelos imóveis do município, a eficiência do combate à doença fica seriamente comprometida. A população pode colaborar através das seguintes ações: Manter quintais limpos, descartando garrafas vazias, pneus velhos e demais recipientes que possam armazenar água ou mantê-los devidamente protegidos com tampas O caso de leishmaniose registrado hoje, trata-se de uma criança do sexo masculino, 09 anos, morador do Bairro Pousada da Esperança, tratado no Hospital Estadual de Bauru. Com a confirmação deste novo caso, a secretaria totaliza 34 casos da doença com 03 óbitos no último ano.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Prefeitura e ParkShoppingSãoCaetano realizam campanha para arrecadar rações canina e felina

Os frequentadores do ParkShoppingSãoCaetano que simpatizam com a causa animal poderão contribuir para alimentar cães e gatos que se encontram a espera de adoção em entidades de proteção. É que a partir desta sexta-feira (20/1) e até o próximo dia 28, na Praça de Eventos do Shopping, ao redor da Exposição Dinossauros da Patagônia, serão instalados postos de arrecadação de ração animal, onde as pessoas terão a oportunidade de depositar alimentos a cães e gatos e, por consequência, melhorar a vida dos bichinhos – o ParkShoppingSãoCaetano está situado na Alameda Terracota, 545, Espaço Cerâmica.

Iniciativa idealizada por uma parceria entre a Prefeitura de São Caetano e a direção do Shopping, a ação busca abastecer abrigos que cuidam de animais abandonados e que, nesta época do ano, têm uma queda de arrecadação. “Os meses de férias são muito difíceis por vários aspectos: o número de animais abandonados aumenta muito, assim como o de animais perdidos em virtude dos fogos de final de ano (porque eles se assustam, se desesperam e se perdem); e o número de contribuições cai consideravelmente”, explica a jornalista Andrea Brock, assessora de imprensa do prefeito José Auricchio Júnior e coordenadora de programas de proteção animal junto à Administração Municipal.

Segundo ela, essa campanha de arrecadação de ração tem tudo para ser um sucesso. “Acreditamos nisso pela grande quantidade de pessoas que visitam o ParkShoppingSãoCaetano diariamente”, observa, ao ressaltar que “essa será uma grande oportunidade para ampliarmos nossos conceitos para as crianças sobre posse responsável e bem-estar animal.”

Instituições – O destino das rações animais arrecadadas na campanha serão a APASCS (São Caetano), NIPA (São Caetano), Jardim dos Aumiguinhos (São Bernardo), Humanimal (São Bernardo), Ajudanimal (Ribeirão Pires), Clube dos Vira-Latas (Ribeirão Pires) e protetoras independentes.

Erik Oliveira (MTb. 40.250)
16/1/12

Abaixo-assinado MOBILIZAÇÃO CONTRA EXTERMÍNIO DE CÃES COM LEISHMANIOSE NO BRASIL

Abaixo-assinado MOBILIZAÇÃO CONTRA EXTERMÍNIO DE CÃES COM LEISHMANIOSE NO BRASIL

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

JALES - Casa abandonada complica combate à leishmaniose

Uma casa abandonada, localizada na esquina das ruas Pinguim e Tupinambás, no Jardim Paraíso pode estar contribuindo para a proliferação do mosquito palha, o transmissor da leishmaniose, e do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. Além disso, o mau exemplo estaria causando transtornos aos agentes responsáveis pelo combate à dengue e aos funcionários do Centro de Zoonoses. “Os moradores da vizinhança, principalmente as donas de casa, reclamam que eles são constantemente orientados a manter seus quintais limpos e, ao mesmo tempo, não se toma nenhuma medida contra os donos daquela casa abandonada”, alega um agente.
Os vizinhos da casa têm sérios motivos para estar preocupados. Uma das primeiras vítimas fatais – a doença já causou quatro óbitos em Jales – da leishmaniose morava na Rua Pinguim, a cerca de 50 metros da esquina onde fica o imóvel abandonado. Recentemente, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou a existência de mais um caso de leishmaniose, nas proximidades do imóvel. A vítima, dessa vez, é um rapaz de 24 anos que está em tratamento intensivo, para se recuperar da doença.

MANEJO

Por conta do caso mais recente, a equipe do Centro de Zoonoses de Jales já havia realizado, como medida preventiva, o chamado “manejo ambiental” – que consiste na limpeza de lotes vagos, coleta de sangue dos cães, etc – em quatro quarteirões do Jardim Paraíso. A confirmação do caso do rapaz está obrigando a equipe de combate à leishmaniose a ampliar o “manejo ambiental” para nove quarteirões. “Nós estamos fazendo o possível para combater a doença, mas, infelizmente, esse tipo de situação acaba comprometendo o nosso trabalho”, afirma o vice-prefeito Clóvis Viola, coordenador da equipe de combate à dengue e à leishmaniose.
Para um dos responsáveis pelo combate aos mosquitos transmissores das duas doenças, estaria faltando empenho de alguns setores da administração municipal. “A Secretaria de Saúde e o pessoal do Centro de Zoonoses estão fazendo a parte deles. Todavia, nós já solicitamos algumas medidas mais efetivas por parte de outros setores da administração municipal e, infelizmente, essas medidas não foram tomadas. Em casos como esse, nós teríamos que fazer a limpeza, ou então descobrir quem é o dono do imóvel e notificá-lo sobre a limpeza, mas isso só é possível com a colaboração de outros setores”, reclama ele.
Um dos vizinhos chama a atenção para outros perigos. “Acho que o poder público precisa ter mais responsabilidade, pois bem ao lado dessa casa abandonada, nós temos uma igreja evangélica que mantém uma espécie de escolinha e realiza um trabalho com crianças. Essas crianças, que são criaturas inocentes, podem estar expostas ao perigo de serem picadas por um mosquito infectado”, arremata o vizinho.

CCZ retoma coleta de sangue para detectar leishmaniose em três bairros da zona oeste

Extraído de: Prefeitura Municipal de Presidente Prudente - 11 horas atrás

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) retomou na manhã desta segunda-feira (9/1), na zona oeste de Presidente Prudente, o trabalho de coleta de material (sangue) em cães para detectar possível contaminação pela Leishmaniose Visceral Americana (LVA). Equipes de trabalho percorrerão durante toda a semana os conjuntos habitacionais Ana Jacinta, Mário Amato e Residencial Esmeralda. O objetivo é visitar as residências cujos animais não foram submetidos à coleta em 2011, em decorrência da ausência de responsáveis nos imóveis na hora das visitas dos agentes de apoio de zoonoses.

Conforme a agente de zoonoses, Suzana Lima Moreno, o CCZ tem dado uma nova oportunidade aos moradores notificados, já que um grande número de proprietários de animais pleitearam junto ao órgão a chance. Segundo ela, até o fim da tarde de hoje deverão ser visitadas cerca de 30 residências, no entanto, até o fim da semana, a meta é que sejam coletados ao menos 300 amostras. Isso porque proprietários de cerca de 600 residências notificadas no Ana Jacinta e adjacências, não atenderam à notificação e por isso não compareceram ao CCZ.

"Como esses bairros ficam longe do Centro de Zoonoses, fica difícil para muitos donos levarem seus animais até o órgão. Então estamos dando mais uma oportunidade. Aqueles que não estiverem no imóvel, assim como já foi informado, terão 30 dias a contar da notificação para levarem seus bichinhos até o CCZ para que realizar o procedimento, ou apresentarem exame realizado em clínica particular. Caso contrário serão multados em 180 UFM, o que corresponde a R$ 449,65", lembra.

A moradora Aparecida Rodrigues de Souza, 52 anos, diz que esse é um trabalho muito importante, uma vez que tem como único e principal objetivo a prevenção. "A gente tem amor nos bichinhos, então acho importante eles estarem ‘passando’ pelo exame. Pra mim que não tenho carro, fica muito difícil levá-lo até o Centro de Zoonoses para fazer o exame", confirma.

Também moradora do Ana Jacinta, a prudentina Tamires Pereira da Costa, 21 anos, ostenta a mesma opinião, e acrescenta que o trabalho realizado pelos agentes do CCZ é fundamental para saúde pública. "Facilita muito para gente, sem contar que contribuí na saúde dos nossos animais", frisa. O material coletado na zona oeste será centrifugado no novo laboratório do CCZ, para que posteriormente possa então ser encaminhado ao Instituto Adoplho Lutz, onde será submetido à análise. (Por Débora Andreatto - Mtb 59.395)

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vira-Lata em prol de castrações gratuitas cedem suas imagens que serão expostas no Conjunto Nacional


Vira- Lata, ou SRD, como queiram. Essa raça não definida é a melhor, que as outras nos perdoem, mas eles são tão amigos e tão queridos que são fiéis e hoje em dia com o leque de opções de tantas raças maravilhosas eles se diferem.

O Calendário Celebridade Vira-lata está em sua terceira edição e retrata os mais diversos "modelos" da espécie.. São lindos e amigos fiéis.

Várias pessoas doaram seus trabalhos para que esse projeto se tornasse realidade.

As fotos foram feitas por Lionel Falcon, renomado fotógrafo argentino de pets internacionalmente reconhecido.

A mostra estará exposta no Conjunto Nacional, no coração de São Paulo, na Avenida Paulista e todos poderão visitar gratuitamente.
Nesse período de férias é tudo de bom.

Expo Celebridade Vira-Lata

Data: de 09 a 21 de janeiro
Horário: das 10 às 22 horas
Local: Conjunto Nacional
End.: Av. Paulista, 2073 – Térreo

Curadoria: Luciane Sarraf (que apoia a campanha Diga Não a Leishmaniose.)

*Os calendários podem ser adquiridos pelo site www.celebridadeviralata.com.br e pontos de venda credenciados indicados.


Vale a pena conferir!!

mpó

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Presidente da Casa da Cultura Carlos e Diva Pinho apoia a Campanha"Diga Não A Leishmaniose"



Recentemente fotografamos mais uma apoiadora a causa Diga Não a Leishmaniose. a Professora Diva Benevides Pinho que é a presidente da Casa de Cultura Carlos e Diva Pinho, no bairro do Pacaembu. Professora Diva é uma admiradora incondicional dos animais, principalmente dos cães e sua fiel companheira "Dalai". Por isso, além de apoiar a causa tb fez questão de fazer seu próprio texto e nos enviar para que possamos postar aqui.


Lhasa Apso – minha querida e meiga Dalai -, pequena raça canina oriunda da região chinesa do Tibet por volta do descobrimento do Brasil, nos anos 1500, e seu nome vem da capital Lhasa + Apso ou "sentinela” da cidade de Lhasa; era o cão sagrado dos monges budistas porque essa raça tem a ‘capacidade’ de prever avalanches das montanhas (o que explica o medo ancestral de sua Dalai, que busca proteção quando há trovoadas, ainda que longínquas e quase inaudíveis...porém fortes para seus ouvidos aguçados...). Só eram dados a outrem em sinal de extremo respeito. Quatro séculos mais tarde os primeiros exemplares chegaram à Inglaterra e atualmente os chineses os comercializaram pelo mundo afora…
Sempre gostei de cãozinho de companhia pelo amor incondicional que eles oferecem a seus donos e pela intensa participação em suas vidas, tanto em momentos de alegria quanto de tristeza.

Só lamento que tenham uma vida tão curta... um ‘reloginho biológico tão rápido’ ... Por isto, já tive vira-latas, lulus (Peri, Zerinho), poodle (Tim), basenji (Dutim e Tanga) - uma das raças mais antigas de caninos, usada para caçar porque não latem e não têm odor; há inscrições em túmulos egípcios de 5 mil anos com desenhos de cães muito semelhantes a eles; a raça era chamada ’cão de Queops' - nome do faraó que mandou construir a
primeira pirâmide de Gisé..

Amigos fieis e dedicados, não fazem distinção entre um dono rico ou um dono pobre e sem teto.
Como disse o famoso cantor Nat King Cole, são amigos que vivem na Terra para mostrar ao homem o que é fidelidade.

São, enfim, o suplemento do amor que falta na vida dos seres humanos. E sua companhia é especialmente significativa no caso de crianças diferenciadas, pessoas doentes, cegos, idosos e, principalmente, solitários de megalópoles como São Paulo – que terão sempre um amigo para recebê-los com alegria quando regressam ao lar.

.

Governo divulga metas de 2012 para combate a Leishmaniose

Governo divulga metas de 2012 para combate a Leishmaniose

Bebê Com Leishmaniose em MS. O Socorro só se deu porque os pais procuraram outros médicos.

É preciso atenção do Ministério e das Secretárias de Saúde dos lugares endêmicos e mais atenção aos cães e as limpezas dos quintais e locais abandonados. É NECESSÁRIO CONSCIENTIZAR AS PESSOAS DE COMO PREVENIR ESSA GRAVE DOENÇA.


Marília - Cidade registra primeiro caso e realiza bloqueio contra doença

O ANO DE 2011 registrou o primeiro caso de leishmaniose visceral americana

O paciente, uma criança de apenas 6 anos do bairro Santa Antonieta 2, na zona Norte, foi diagnosticado por meio de exame realizado pelo Hospital das Clínicas e confirmado por laudo do Instituto Adolfo Lutz. O caso ocorreu em outubro e logo em seguida, setor de zoonose do município iniciou bloqueio e coletando amostras de material parasitológico de cães suspeitos para inquéritos sorológicos. A leishmaniose, introduzida no Estado de São Paulo através do Estado do Mato Grosso há 12 anos, chegou ao município de Marília através do mosquito- -palha. A presença do vetor foi confirmada em 2010, após pesquisas desenvolvidas pela Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). Desde a introdução da doença no estado, Marília realizava ações de vigilância, coletando amostras de material para o exame parasitológico de cães suspeitos, e realizando inquéritos sorológicos em áreas de ocorrência do vetor. O mosquito- -palha tem características diferentes do mosquito da dengue, o Aedes aegypti. Enquanto o da dengue se reproduz em água limpa e parada, a Lutzomiya longipalpis se reproduz em material orgânico em decomposição, o que o classifica mais apropriadamente como mosca. Com a confirmação do caso autóctone, a Secretaria Municipal da Saúde desenvolveu um trabalho casa a casa, através dos agentes de saúde, buscando pessoas com sintomas compatíveis (febre por mais de 15 dias, aumento do volume abdominal, falta de apetite ou palidez cutânea), além de animais suspeitos de portar a doença. Um inquérito canino encaminhou amostras de sangue de mais de 200 cães da região. “Apesar de terem sido encontrados, na primeira coleta, animais com sintomatologia compatível com LVA, podemos estar diante de casos de desnutrição, verminose, erlichiose ou outra doença cujas características sejam semelhantes, uma vez que os resultados foram todos negativos”, disse o coordenador da zoonose, Lupércio Garrido.

Vira-latas ganham espaço na Avenida Paulista


Conjunto Nacional receberá a Expo Celebridade Vira-Lata

O coração financeiro e cultural de São Paulo receberá a Expo Celebridade Vira-Lata que acontecerá no Conjunto Nacional (Av. Paulista, nº 2.073, térreo) de 09 a 21 de janeiro.

A exposição traz 12 painéis com fotos e histórias inéditas de cães abandonados que foram resgatados e hoje possuem uma vida digna nesse ano produzidas voluntariamente pelo renomado fotógrafo internacional Lionel Falcon, especializado em animais. Também fazem parte da exposição, imagens de mutirões de castrações e explicações sobre a sua importância.

O calendário Celebridade Vira-Lata está em sua terceira edição e tem 100% da renda revertida para a causa com o objetivo de apoiar a adoção, promover obras sociais, atuar na inclusão social de SRDs (Sem Raça Definida) incentivando os cuidados com esses animais além de ajudar diretamente no patrocínio de castrações coletivas de cães e gatos.

Somados os anos de 2010 e 2011, o Projeto Celebridade Vira-Lata patrocinou aproximadamente mil castrações em sete mutirões que, se colocados em projeção de natalidade, chega a um número de mais de milhões de animais a menos nas ruas. Cada fêmea pode ter dois partos por ano, gerando aproximadamente dezesseis filhotes (média de oito filhotes por parto) que estarão em situação de abandono sujeitos à todo tipo de sorte.

A castração (esterilização) é um ato de amor e responsabilidade e significa um benefício direto e vitalício para o animal. O procedimento dura em média, 5 minutos nos machos - requerendo menos cuidados no pós-operatório e, nas fêmeas, cerca de 15 minutos e requer alguns dias de atenção após a cirurgia até a cicatrização completa.

Durante seis anos a Av. Paulista abrigou, no antigo Casarão, os animais sem raça definida da Associação Natureza em Forma e, segundo o presidente Lito Fernandes “Os animais merecem estar na Paulista. É o lugar mais importante da cidade”. A responsável pelo projeto do Calendário Celebridade Vira-Lata, Luli Sarraf comemora “A Natureza em Forma é minha madrinha na causa animal, tudo o que aprendi sobre o assunto foi lá, e agora tive a honra de montar essa exposição alinhada com a questão ideológica de termos os animais novamente presentes aqui”.

Serviço:

Expo Celebridade Vira-Lata

Data: de 09 a 21 de janeiro
Horário: das 10 às 22 horas
Local: Conjunto Nacional
End.: Av. Paulista, 2073 – Térreo

Curadoria: Luciane Sarraf

*Os calendários podem ser adquiridos pelo site www.celebridadeviralata.com.br e pontos de venda credenciados indicados.

Para mais informações e solicitações de imagens: Cida Candido – Assessoria de Imprensa "voluntária"
Fones (11) 3255-8993 e 8997-4865 / e-mail: cida.candido@uol.com.br